Discussões patéticas com políticos muito bem pagos para falar de abobrinhas

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A “patética discussão” a que se refere a presente análise, geralmente sessões camarárias, sobretudo no contexto atual de Marília e do cenário político nacional, geralmente orbita em torno de picuinhas regimentais e autopromoção, enquanto os problemas estruturais da cidade apodrecem a céu aberto.

Para o Portal GPN, não há termo melhor para descrever o que vimos nas últimas sessões da Câmara ou nas redes sociais dos políticos locais: um teatro de sombras onde o figurino importa mais que o roteiro.


O TEATRO DO ABSURDO: POR QUE A DISCUSSÃO É PATÉTICA?

1. Forma sobre Conteúdo: É patético ver parlamentares gastarem 40 minutos discutindo a ordem de uma votação ou o uso de uma palavra em plenário, enquanto o projeto que libera verbas para a saúde ou para o combate aos reais problemas da cidade fica “sobrestado”. A burocracia é usada como arma de obstrução, não como ferramenta de organização.

2. A Guerra de Egos : Enquanto o cidadão discute o preço do arroz e a falta de médicos, a discussão política “patética” foca em quem tirou a foto primeiro na obra, quem é “mais amigo” do governador ou quem postou o vídeo com mais curtidas. É uma política de superfície, feita para o algoritmo do Instagram, e não para o bem-estar do mariliense.

3. O Silêncio sobre o que Realmente Importa: Onde está a discussão profunda sobre a dívida do município? Sobre o plano de carreira do funcionalismo promulgada e não executada? Sobre a transparência real nas licitações? Essas pautas são ignoradas em favor de polêmicas vazias, frases de efeito e ataques pessoais que não constroem um único metro de asfalto.


EDITORIAL GPN: BASTA DE CORTINA DE FUMAÇA

O Portal GPN se recusa a ser apenas a plateia desse espetáculo deprimente. Patético é o político que acredita que o povo é bobo. Patético é o gestor que gasta mais com publicidade do que com insumos hospitalares.

A discussão que a sociedade quer é sobre resultado. Todo o resto — o bate-boca em rede social, a discussão antecipada de cargos e as alianças de conveniência — é apenas ruído. Marília está cansada de figurantes que se acham protagonistas de uma peça que ninguém mais quer assistir.

Segue o espetáculo do picadeiro.

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